Mostrando postagens com marcador GEOGRAFIA POR IMAGENS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GEOGRAFIA POR IMAGENS. Mostrar todas as postagens

sábado, 8 de outubro de 2011

A morte do Mar de Aral

Imagens feitas por satélites nos últimos 40 anos ajudam especialistas a entender as dramáticas mudanças no ambiente causadas pela ação do ser humano. Os registros mostram a seca de muitos corpos de águas ao redor do planeta, enquanto aumenta a demanda da humanidade pelos recursos hídricos. As informações são do Daily Mail.
Imagens registradas entre 1973 e 2009, por exemplo, registram o desaparecimento quase total do mar de Aral - que na verdade era um gigantesco lago de água salgada -, na Ásia Central, que tinha o tamanho da Irlanda e virou um grupo de lagos. Em abril, o secretário geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, disse que o Aral passava por "um dos maiores desastres ambientais do planeta".
O Aral, que fica entre o Uzbequistão e o Cazaquistão, já foi o quarto maior lago do planeta. Contudo, desde os anos 60, ele perdeu mais da metade de seu volume. Os rios que alimenta o mar foram sobrecarregados por irrigações nas plantações de campos de algodão, ainda na época da União Soviética.
Além da falta de água, Aral sofre com poluição, que chegou a níveis perigosos. A destruição do lago também dizimou a indústria pesqueira local, causando desemprego e problemas econômicos para os moradores da região.

Imagens mostram como estava o mar de Aral em 1973 (esq.), em 1999 (centro) e em 2009 (dir.)
Aral, que na verdade era um gigantesco lago de água salgada na Ásia Central, tinha o tamanho da Irlanda.

Ele já foi o quarto maior lago do planeta. Contudo, desde os anos 60, ele perdeu mais da metade de seu volume. Os rios que alimentam o mar foram sobrecarregados por irrigações nas plantações de campos de algodão, ainda na época da União Soviética.
No ano passado, o Aral se resumia a um grupo de pequenos lagos poluídos.



Crianças brincam entre os navios abandonados perto da aldeia de Zhalanash, no sudoeste do Cazaquistão. 

Uma visão do cemitério de navios em Muynak, uma cidade portuária antiga.





Fonte: Redação Terra

quinta-feira, 30 de junho de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

O Delta do Rio Nilo à Noite, Visto da Estação Espacial Internacional

Um dos aspectos mais fascinantes de observar a Terra a noite é ver como as luzes das cidades mostram a distribuição das pessoas no planeta Terra. Nessa imagem aqui reproduzida mostra o Egito e podemos ver que a população está quase que completamente concentrada ao longo do Vale do Rio Nilo, e apenas uma pequena porcentagem localiza-se no interior do país.

O Rio Nilo e seu delta parecem com uma flor brilhante nesta imagem feita por um astronauta da Estação Espacial Internacional, do sudeste do Mar Mediterrâneo. A área metropolitana de Cairo forma a base brilhante da flor. As cidades menores dentro do Delta do Nilo tendem a ser mais difíceis de serem observadas durante o dia devido a densa agricultura. Contudo, durante a noite essas áreas e as estradas que as conectam ficam claramente visíveis. Do mesmo modo as regiões urbanizadas e as infra-estruturas presentes ao longo do Rio Nilo tornam-se aparentes.

Outra região brilhante é visível ao longo da linda de costa leste do Mediterrâneo e representa a área metropolitana de Tel-Aviv em Israel (porção direita da imagem). A leste de Tel-Aviv está Amman na Jordânia. Os dois maiores corpos de água que definem a linha de costa leste e oeste da península do Sinai, o Golfo de Suez e o Golfo de Aqaba, são delimitados pelas luzes localizadas ao longo de suas linhas de costa, no canto inferior direito da imagem. As luzes das cidades de Paphos, Limassol, Larnaca e Nicosia são visíveis na Ilha de Chipre (na parte superior da imagem).

Nuvens azuis e cinzas dispersas cobrem o Mar Mediterrâneo e o Sinai, enquanto que a maior parte do nordeste da África aparece livre de nuvens. Uma fina banda amarelo-amarronzada traça a curvatura da Terra na imagem, uma banda de emissão de luz apagada resulta da interação dos átomos atmosféricos e das moléculas com a radiação solar a aproximadamente 100 quilômetros de altitude.



Fonte: http://earthobservatory.nasa.gov/IOTD/view.php?id=46820&src=iotdrss

sábado, 16 de abril de 2011

Imagens noturnas da Terra

Veja estas lindas imagens noturnas do nosso planeta e reflita:
Será que elas nos revelam alguma coisa sobre as condições físicas e socioeconômicas em nosso planeta? Por que existem áreas tão iluminadas e outras na mais profunda escuridão?
Estas são boas questões para reflexão.