Geografia, política, história, curiosidades, humor, temas para reflexão, sugestões e muito mais.
Mostrando postagens com marcador MATERIAL DIDÁTICO - 2º ANO EM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MATERIAL DIDÁTICO - 2º ANO EM. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 9 de outubro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Brasil chega ao século XXI com padrão de país desenvolvido
Entre 2000 e 2010, país confirmou a queda no ritmo de crescimento da população e a proliferação de cidades médias.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Madeira Mamoré - uma epopéia na floresta
Por Isabel Vieira (Estilo Natural) / Janeiro de 2005
Um morto para cada dormente. Diz a lenda que foi esse o preço da estrada de ferro construída em Rondônia, entre 1872 e 1912, ligando “o nada a lugar nenhum”. A minissérie Mad Maria resgata esse episódio da ocupação da Amazônia, cujos fantasmas ainda assombram os moradores de Porto Velho e Guajará-Mirim.
FONTE: http://isabelvieira.com.br
Entre a Ferrovia do Diabo e o Trem Fantasma
Esta narrativa refere-se às reflexões resultantes de uma viagem realizada durante sete
dias do mês de fevereiro de 2009, às margens da antiga Estrada de Ferro Madeira
Mamoré (EFMM). Apresento aqui as observações e impressões a partir de diálogos
informais com ribeirinhos, garimpeiros, camponeses e outros moradores das margens da
antiga ferrovia. No contexto geral, busquei traçar uma reflexão sobre a importância
histórica da estrada de ferro e os acontecimentos atuais, em especial, ligados à
construção das Usinas Hidrelétricas do vale do rio Madeira.
dias do mês de fevereiro de 2009, às margens da antiga Estrada de Ferro Madeira
Mamoré (EFMM). Apresento aqui as observações e impressões a partir de diálogos
informais com ribeirinhos, garimpeiros, camponeses e outros moradores das margens da
antiga ferrovia. No contexto geral, busquei traçar uma reflexão sobre a importância
histórica da estrada de ferro e os acontecimentos atuais, em especial, ligados à
construção das Usinas Hidrelétricas do vale do rio Madeira.
Murilo Mendonça Oliveira de Souza
QUESTÕES PARA DEBATE
1 – Quais fatores favoreceram o processo de ocupação amazônico e rondoniense?
2 – Qual foi a justificativa para a construção da EFMM?
3 – Que relação existe entre o Tratado de Petrópolis e a construção da EFMM?
4 – Por que a ferrovia acabou não sendo utilizada para seu objetivo primordial?
5 – Qual o impacto da II Guerra Mundial na utilização da MM?
6 – O que ocasionou a desativação definitiva da MM?
7 – Fale sobre o impacto da construção de algumas usinas hidrelétricas sobre a MM e as comunidades locais.
8 – Qual a expectativa da população local sobre a construção das usinas de Santo Antônio e Jirau? Qual a expectativa do autor?
2 – Qual foi a justificativa para a construção da EFMM?
3 – Que relação existe entre o Tratado de Petrópolis e a construção da EFMM?
4 – Por que a ferrovia acabou não sendo utilizada para seu objetivo primordial?
5 – Qual o impacto da II Guerra Mundial na utilização da MM?
6 – O que ocasionou a desativação definitiva da MM?
7 – Fale sobre o impacto da construção de algumas usinas hidrelétricas sobre a MM e as comunidades locais.
8 – Qual a expectativa da população local sobre a construção das usinas de Santo Antônio e Jirau? Qual a expectativa do autor?
quinta-feira, 15 de março de 2012
A MISSÃO
TEMÁTICA: Formação do território brasileiro; Guerras guaraníticas; Tratado de Madri.
TÍTULO DO FILME: A MISSÃO (The Mission, ING 1986)
DIREÇÃO: Roland Joffé
ELENCO: Robert de Niro, Jeremy Irons, Lian Neeson, 121 min., Flashstar
RESUMO
No século XVIII, na América do Sul, um violento mercador de escravos indígenas, arrependido pelo assassinato de seu irmão, realiza uma auto-penitência e acaba se convertendo como missionário jesuíta em Sete Povos das Missões, região da América do Sul reivindicada por portugueses e espanhóis, e que será palco das "Guerras Guaraníticas.
Palma de Ouro em Cannes e Oscar de fotografia.
CONTEXTO HISTÓRICO
Ao longo dos séculos XVI e XVII várias missões católicas foram criadas pelos jesuítas na América do Sul. Surgidas no século XIII, com as ordens mendicantes, esse trabalho de evangelização e catequese, desenvolveu-se principalmente nos séculos XV e XVI, no contexto da expansão marítima européia.
Embora tivessem como objetivo a difusão da fé e a conversão dos nativos, as missões acabaram como mais um instrumento do colonialismo, onde em troca do apoio político da Igreja, o Estado se responsabilizava pelo envio e manutenção dos missionários, pela construção de igrejas, além da proteção aos cristãos. Na análise de Darcy Ribeiro em "As Américas e a Civilização", as missões caracterizaram-se como "a tentativa mais bem sucedida da Igreja Católica para cristianizar e assegurar um refúgio às populações indígenas, ameaçadas de absorção ou escravização pelos diversos núcleos de descendentes de povoadores europeus, para organizá-las em novas bases, capazes de garantir sua subsistência e seu progresso".
Durante o século XVIII o movimento missionário enfrentou problemas na América do Sul, em áreas de litígio entre o colonialismo espanhol e português. No sul do Brasil, a população indígena dos Sete Povos das Missões, foi submetida pelo Tratado de Madrid (1750), um dos principais "tratados de limites" assinados por Portugal e Espanha para definir as áreas colonizadas.
Pelo Tratado de Madrid, ficava estabelecida a transferência dos nativos para margem ocidental do rio Uruguai, o que representaria para os guaranis a destruição do trabalho de muitas gerações e a deportação de mais de 30 mil pessoas. A decisão foi tomada em comum acordo entre Portugal, Espanha e a própria Igreja Católica, que enviou emissários para impor a obediência aos nativos. Os jesuítas ficaram numa situação delicadíssima, pois se apoiassem os indígenas seriam considerados rebeldes, e se contrário, perderiam a confiança deles. Alguns permaneceram ao lado da coroa, mas outros, como o padre Lourenço Balda da missão de São Miguel, deram todo apoio aos nativos, organizando a resistência desses índios à ocupação de suas terras e à escravização. Dá-se o nome de "Guerras Guaraníticas" para esse verdadeiro massacre dos nativos e seus amigos jesuítas por soldados de Portugal e Espanha. Apesar da absurda inferioridade militar, a resistência indígena estendeu-se até 1767, graças as táticas desenvolvidas e as lideranças de Sépé Tirayu e Nicolau Languiru.
No final do século XVIII, os índios já tinham sido dispersados, escravizados, ou ainda estavam refugiados, na tentativa de restabelecer a vida tribal, que os caracterizava antes das missões.
FONTE: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=107
Marcadores:
MATERIAL DIDÁTICO - 2º ANO EM,
SUGESTÃO DE FILMES
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Qual o nível de sustentabilidade da população mundial
José Eustáquio Diniz Alves*
É muito comum ouvir as pessoas perguntarem: 1) O mundo tem gente demais ou gente de menos? 2) Qual é o nível de sustentabilidade ambiental da população?
Segundo o Relatório Brundtland, também chamado “Nosso Futuro Comum” (de 1987), o Desenvolvimento Sustentável é aquele “que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”. Na definicão do EcoDebate: “Compreendemos desenvolvimento sustentável como sendo socialmente justo, economicamente inclusivo e ambientalmente responsável”. Portanto, para se atingir o desenvolvimento sustentável é preciso garantir os direitos humanos e a qualidade de vida da população presente e futura, adotando um padrão de consumo que seja ecologicamente viável.
Assim, várias respostas são possíveis para as perguntas acima, pois o planeta Terra tem capacidade de suporte de uma quantidade variável de habitantes, dependendo do grau de direitos humanos atingido e do padrão de consumo adotado. A Pegada Ecológica é uma metodologia útil para medir a quantidade de terra e água (em termos de hectares globais) que seria necessária para sustentar o consumo atual da população. A tabela 1 mostra os números da Pegada Ecológica para diferentes níveis de renda per capita da população mundial e qual seria a população que a Terra seria capaz de manter de maneira sustentável.
Os países de renda baixa (e geralmente com baixo grau de atendimento aos direitos humanos de sua população), possuiam em 2005 uma renda per capita (medida em poder de paridade de compra – ppp – de 2008) de $ 1.230 dólares internacionais e uma pegada ecológica de 1,0 hectare global (gha). Com este padrão de consumo o Planeta teria a capacidade de sustentar 13,6 bilhões de pessoas, quase o dobro da população mundial atual. Isto quer dizer que a população da Terra poderia ser muito maior do que a atual se houver generalização do baixo consumo médio adotado nos países pobres do mundo. Ou seja, se toda a população mundial adotar o padrão de consumo médio de Angola (0,9 gha) ou Butão (1,0 gha) o Planeta poderia sustentar até 13,6 bilhões de habitantes. Neste caso, o mundo seria sustentável em termos geracionais, mas não seria necessariamente “socialmente justo e economicamente inclusivo”.
Os países de renda média, possuiam em 2005 uma renda per capita de $ 5.100 dólares internacionais e uma pegada ecológica de 2,2 hectares globais (gha). Com este padrão de consumo médio o Planeta teria a capacidade de sustentar 6,2 bilhões de habitantes, um pouco menos dos 6,8 bilhões atuais. Isto quer dizer que com o nível de consumo médio do mundo atual a população da Terra já é maior do que aquela que o Planeta tem condições de manter de maneira sustentável. Ou seja, se toda a população mundial adotar o padrão de consumo médio da África do Sul (2,1 gha) ou do Equador (2,2 gha) o Planeta já estaria em uma situação de insustentabilidade.
Os países de renda alta, possuiam em 2005 uma renda per capita de $ 35.690 dólares internacionais e uma pegada ecológica de 6,4 hectares globais (gha). Com este padrão de consumo médio o Planeta teria a capacidade de sustentar apenas 2,1 bilhões de habitantes. Isto quer dizer que se o padrão de consumo de países como Irlanda (6,3 gha) ou Canadá (7,1 gha) fossem generalizados a Terra teria de reduzir a população em mais de 4 bilhões de pessoas. Já no caso dos Estados Unidos (EUA) a pegada ecológica era de 9,4 gha e se o “American way of life” fosse adotado pelo resto do mundo a população teria mundial teria de ser no máximo 1,4 bilhão de habitantes, correspondente apenas à população da China atual.
A tabela 1 também mostra que a renda média da população mundial é de $ 9.460 dólares internacionais e possui uma pegada ecológica de 2,7 gha. Neste nível de renda e consumo a Terra só teria condições de sustentar 5,0 bilhões de habitantes. É claro que o consumo mais elevado encontra-se entre os países ricos e as parcelas ricas da população. Mas mesmo que, numa situação hipotética, haja uma distribuição igualitária da renda e uma maior inclusão social e econômica das parcelas pobres da população, com acesso aos bens e serviços médios atuais, a situação do nível de consumo mundial atual é insustentável.
Desta forma a humanidade está diante dos seguintes desafios: a) reduzir ou modificar o padrão de consumo atual; b) investir em mudanças tecnológicas que permitam utilizar fontes renováveis de energia, maior eficiência na produção, reciclagem, aproveitamento do lixo, redução do desperdício, etc. c) reduzir a população; d) todas as alternativas juntas.
No curto prazo, a única alternativa não viável é a redução da população, pois mesmo com o declínio das taxas de fecundidade o crescimento populacional vai continuar ocorrendo devido à inercia demográfica (crescimento devido a estrutura etária jovem) e deve atingir 9 bilhões no ano de 2050. Mesmo que as taxas de fecundidade caiam de maneira mais rápida, a população mundial deve chegar a no mínimo 8 bilhões na metade do atual século.
Então as alternativas imediatas para evitar o desastre ambiental são aquelas apresentadas nos dois primeiros pontos acima, isto é, a comunidade internacional precisa modificar substancialmente a sua forma e o seu padrão de produção e consumo, quer seja pela via do decrescimento da quantidade de bens e serviços produzidos ou pela via das mudanças tecnológicas que possibilite produzir a mesma quantidade com menos insumos materiais e com mais respeito ao ambiente.
Referência:
Referência:
WWI. 2010 State of the world Transforming Cultures From Consumerism to Sustainability – A Worldwatch Institute Report on Progress Toward a Sustainable Society. Disponível em: http://www.worldwatch.org/sow10
* José Eustáquio Diniz Alves, colaborador e articulista do Ecodebate, é Doutor em demografia e professor titular da ENCE/IBGE. Livro publicado: RIOS-NETO, E. MARTINE, G. ALVES, JED. (orgs) Oportunidades perdidas e desafios críticos: a dinâmica demográfica brasileira e as políticas públicas., ABEP, Campinas, 2009. Disponível em:http://www.abep.org.br/usuario/GerenciaNavegacao.php?caderno_id=786...
* José Eustáquio Diniz Alves, colaborador e articulista do Ecodebate, é Doutor em demografia e professor titular da ENCE/IBGE. Livro publicado: RIOS-NETO, E. MARTINE, G. ALVES, JED. (orgs) Oportunidades perdidas e desafios críticos: a dinâmica demográfica brasileira e as políticas públicas., ABEP, Campinas, 2009. Disponível em:http://www.abep.org.br/usuario/GerenciaNavegacao.php?caderno_id=786...
Fonte: (EcoDebate)
Marcadores:
MATERIAL DIDÁTICO - 2º ANO EM,
POPULAÇÃO,
SUSTENTABILIDADE
terça-feira, 27 de setembro de 2011
O fantasma de Malthus
A idéia de um mundo famélico, à beira do colapso, assombra a humanidade desde que o economista e demógrafo inglês Thomas Malthus (1766-1834) previu, no século XVIII, que no futuro não haveria comida em quantidade suficiente para todos.[Continue lendo]
Marcadores:
ECONOMIA,
MATERIAL DIDÁTICO - 2º ANO EM,
POPULAÇÃO
domingo, 3 de julho de 2011
7 bilhões: expresso Terra lotado

Um menino pobre que deve nascer em outubro, em Uttar Pradesh, na Índia, imprimirá um novo marco na história: será o sétimo bilionésimo habitante do planeta. O expresso Terra está lotado, mas é preciso dar "mais um passinho à frente" para acomodar 9 bilhões em 2030. Como vamos fazer isso?[Leia a reportagem completa]
Marcadores:
MATERIAL DIDÁTICO - 2º ANO EM,
POPULAÇÃO
quarta-feira, 29 de junho de 2011
A volta do espectro de Malthus
Em 1798 Thomas Robert Malthus fez uma previsão famosa que ganhos de curto prazo nos padrões de vida, inevitavelmente seriam desestabilizados à medida que o crescimento da população mundial superasse a produção de alimentos, e assim levando os padrões de vida a voltar aos níveis de subsistência. [Continue lendo]
Marcadores:
MATERIAL DIDÁTICO - 2º ANO EM,
POPULAÇÃO
Assinar:
Postagens (Atom)